Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Esta torre puxa água potável do ar

Mäyjo, 10.03.15

O designer industrial Arturo Vittori inventou uma torre que pode proporcionar mais de 95 litros de água potável por dia a aldeias remotas de todo o mundo.

Em algumas partes da Etiópia, encontrar água potável é uma jornada de seis horas. Além de demorar pra chegar até ela, quando as pessoas encontram água, muitas vezes ela não é segura para beber, já que é coletada de lagoas ou lagos repletos de bactérias infecciosas, contaminados com resíduos de animais ou outras substâncias nocivas.

warka_water.jpg__800x600_q85_crop

A escassez de água afeta quase 1 bilhão de pessoas só na África. Esse problema tem atraído a atenção de grandes nomes filantropos, como o ator e cofundador da organização Water.org Matt Damon e o confundador da Microsoft Bill Gates que, através de suas respectivas entidades sem fins lucrativos, já gastaram milhões de dólares em pesquisa para chegar a soluções como um sistema que converte água do vaso sanitário em água potável.

Os críticos, no entanto, têm suas dúvidas sobre como integrar essas tecnologias complexas em vilarejos remotos que não têm sequer acesso a água. Os custos e a manutenção podem tornar muitas dessas ideias impraticáveis.

Outras invenções de baixa tecnologia podem não ser tão complicadas, mas ainda dependem dos usuários encontrarem uma fonte de água, o que, como já foi estabelecido, é um grande problema na Etiópia, por exemplo.

Foi pensando neste dilema – achar uma forma prática e conveniente de levar água a esses locais – que Vittori, junto com seu colega Andreas Vogler, criou a torre.

A estrutura de baixo custo e facilmente montável chama-se Warka Water (nomeada a partir de uma figueira nativa da Etiópia). O invólucro exterior rígido de 9,15 metros de altura é composto por hastes leves e elásticas, colocadas em um padrão que oferece estabilidade em face de rajadas de vento forte, mas que permite que o ar flua. Uma rede de malha, feita de nylon ou polipropileno, paira dentro da torre, recolhendo as gotas de orvalho que se formam ao longo da sua superfície. Conforme ar frio se condensa, as gotículas rolam para baixo dentro de um recipiente, na parte inferior da torre. A água neste recipiente, em seguida, passa através de um tubo que funciona como uma torneira, transportando-a para aqueles que estão no chão.

Usar malha para capturar água potável não é um conceito totalmente novo. Alguns anos atrás, um estudante do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) projetou um dispositivo para “colher” nevoeiro. A invenção de Vittori produz mais água a um custo mais baixo, no entanto.

“Na Etiópia, infraestruturas públicas não existem e a construção de algo como um poço não é fácil. Para encontrar água, é preciso perfurar profundamente o solo, muitas vezes tanto quanto 490 metros. Então, é tecnicamente difícil e caro. Além disso, as bombas precisam de eletricidade para funcionar, bem como o acesso a peças de reposição no caso de quebra”, explica Vittori.

Já a torre de água Warka pode fornecer mais de 95 litros de água ao longo de um dia de forma barata e simples. Como o fator mais importante na coleta e condensação é a diferença de temperatura entre o anoitecer e o amanhecer, as torres funcionam bem inclusive no deserto, onde as temperaturas podem variar até 27 graus Celsius em 24 horas.

A estrutura, feita a partir de materiais biodegradáveis, é fácil de limpar e pode ser erguida sem ferramentas mecânicas em menos de uma semana. Além disso, uma vez que os habitantes locais aprenderem a montá-la, serão capazes de ensinar outras aldeias e comunidades a construir sua própria Warka.

Ao todo, cada torre custa cerca de US$ 500 (cerca de R$ 1.100) para ser montada – menos de um quarto do custo de algo como o vaso sanitário conversor, que sai cerca de US$ 2.200 (R$ 4.860) para instalar, e mais para manter. Se for produzida em massa, o preço seria ainda menor.

A equipe de Vittori espera instalar duas torres Warka na Etiópia até o próximo ano, e está atualmente à procura de investidores interessados em levar a tecnologia de captação de água a toda a região.

“Não é apenas a incidência de doenças que estamos tentando diminuir. Muitas crianças etíopes de aldeias rurais passam várias horas por dia buscando água, tempo que poderiam investir em atividades mais produtivas e em educação”, diz Vittori. [SMag]

Visto de cima

Mäyjo, 10.03.15

Roseville, California, USA.jpg

Roseville Yard

Roseville, California, USA

38°43'14"N, 121°18'58"W

 

Roseville Yard, localizada no norte de Sacramento, Califórnia, é a maior instalação de comboios na costa oeste dos Estados Unidos. Operada pela Union Pacific Railroad, o estaleiro acomoda cerca de 98 por cento de todo o tráfego ferroviário no norte do estado.

As 10 melhores cidades para viver na Europa

Mäyjo, 10.03.15

vistas-viena.jpg

Muitas pessoas sonham com fazer as malas e mudar-se para uma pequena cidade pitoresca ou uma movimentada metrópole dourada na Europa.

Mas, bem, nem todas as cidades europeias são iguais. Qual delas é realmente a melhor?

Segundo uma notícia recente é Viena, na Áustria.

Sim, a terra de edifícios decadentes, café servido em bandejas de prata é a cidade mais habitável no continente.

O Mercer’s Quality of Living Index 2015 recolheu dados em mais de 440 cidades de todo o mundo, analisando o ambiente político e económico, a vida social, saúde, educação, habitação, transporte e atividades recreativas e encontrando Viena com a melhor qualidade de vida no continente.

Zurique, Suíça foi nomeada a segunda metrópole mais habitáveis ​​na Europa.

Chocolate, esquiar e extravagantes relógios ter esse efeito.

O berço da Oktoberfest, em Munique, na Alemanha, ficou em terceiro lugar.

Alemanha é o país com mais cidades boas para viver habitáveis ​​no top 10, com Dusseldorf (nº. 4), Frankfurt (nº. 5) e Berlim (nº. 10). Suíça teve três cidades, com Zurique, Genebra (nº. 6) e Berna (nº. 9).

Quanto aos lugares que não deve escolher para mudar, deve evitar Belfast, na Irlanda do Norte, e Atenas, na Grécia, na Europa Mediterrânica, deve também evitar Kiev, na Ucrânia, Tirana, na Albânia, e Minsk, na Bielorrusia, na Europa Oriental. Enfase posto em Kiev desde que Ucrânia não tem tido grande paz.

Antes de arrumar as malas para se juntar à ópera e devorar Wienerschnitzel, aqui estão as 10 cidades mais habitáveis ​​na Europa:

10. Berlim, Alemanha
9. Berna, Suíça
8. Amsterdam, The Netherlands
7. Copenhague, na Dinamarca
6. Genebra, Suíça
5. Frankfurt, Alemanha
4. Dusseldorf, Alemanha
3. Munique, Alemanha
2. Zurique, Suíça
1. Viena, Áustria

Visto de cima - Pista de Gelo na Antártida

Mäyjo, 10.03.15

Pista de Gelo

54acc860-891f-4c38-a246-cf58b4670718.jpg

McMurdo Sound, Antarctica

77°51′14″S 166°28′07″E

A Pista de Gelo no McMurdo Sound of Antarctica é a pista de aterragem do primeiro avião do Programa Antártico dos Estados Unidos. Construída em cima da água congelada no início de cada temporada, a pista é utilizada até ao início de dezembro, quando começa o som a indicar que vai quebrar.

 

Visto de cima - Rocinha

Mäyjo, 10.03.15

3bd26517-d58d-4450-b406-a332cb0c4e51.jpg

Rocinha

Rio de Janeiro, Brasil

22°59′19″S 43°14′54″W

A Rocinha, construída sobre uma encosta íngreme com vista para o Rio de Janeiro, é a maior favela do Brasil. Com apenas 0,8 quilómetros quadrados, estima-se que a população da favela ronde os 70.000 e 200.000moradores. As pessoas ocupam barracos feitos de cimento e tijolo "empilhadas em cima uns dos outros", muitos deles em encostas muito ingremes.

 

 

A PIOR SECA DE SEMPRE EM SÃO PAULO

Mäyjo, 10.03.15

saopaulo_SAPO

O estado de São Paulo, no Brasil, atravessa a pior seca dos últimos 80 anos. A crise hídrica começou há cerca de um ano e atinge agora um ponto crítico, afectando já o funcionamento de hospitais, escolas, empresas e outros serviços da cidade.

De acordo com a Sabesp, a Companhia de Saneamento Básico do estado de São Paulo, as reservas de água disponíveis para abastecer os 20 milhões de habitantes do estado caíram 74% desde que a crise hídrica começou.

A escassez de recursos hídricos obriga já os habitantes da cidade de São Paulo a armazenar e a reciclar água. Os níveis do reservatório de Cantareira, um dos principais que abastecem a cidade e o estado, atingem atualmente apenas 6% da sua capacidade máxima. Este reservatório é responsável pelo abastecimento de água a 6,2 milhões de habitantes. Mas os problemas não são restritos ao reservatório de Cantareira. No reservatório de Alto Tiete, o nível da água ocupa apenas 11% da capacidade máxima, no de Rio Claro apenas 25%, no de Alto Cotia cerca de 30%, no de Guarapiranga 40% e no de Rio Grande cerca de 70%, escreve o Guardian.

Embora a água seja abundante no Brasil, e no estado de São Paulo, o uso ineficiente deste recurso aliado a fontes de poluição agudizaram os efeitos da seca. Caso os níveis de pluviosidade não regressem ao normal, a economia brasileira poderá ter perdas acrescidas – São Paulo é o estado mais rico do Brasil e cidade é o principal centro económico do país.

Reservas hídricas do estado caíram 74% num ano